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Por que é importante acabar com as “mães perfeitas”

Possivelmente, nenhum aspecto da vida de uma mulher seja tão fortemente regulado pela sociedade quanto a maternidade. Desde que pegamos o resultado positivo do teste, precisamos ouvir as opiniões e conselhos de parentes, amigos e inclusive perfeitos desconhecidos!

Parece que nenhum destino é tão abjeto como o de se tornar uma péssima mãe, ainda que esse conceito seja um tanto indefinível e englobe a todas que não sejam “mães perfeitas”. E que fique claro: uma “mãe perfeita” é tão difícil de encontrar quanto um unicórnio.

A chegada de um filho muda drasticamente a vida de sua mãe. E além de termos que aprender a cuidar de uma criaturinha totalmente dependente de nós, também somos constantemente julgadas. A sociedade acredita que tem o direito de colocar em dúvida cada uma de nossas decisões, desde como vamos alimentar nossos filhos até como organizamos nossa vida profissional e social. O resultado é esgotante. 

Por isso, é importante relembrar que as “mães perfeitas” não existem, que há muitas formas de se criar um filho e que é preferível ser uma “péssima mãe” (que trabalha, que encontra suas amigas e que muitas vezes não sabe o que fazer) a morrer sufocada por esse conceito. 


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Fonte: Mujeres que no Fueron Tapa