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O teste de DNA que pode transformar uma plebeia em princesa

Por ordem da justiça da Bélgica, o ex-rei Alberto II deverá ser submetido a um teste de DNA que irá estabelecer se, tal como afirma Delphine Boël, ele é o pai da mulher de 50 anos. Esse caso está em disputa há dois anos, ainda que tenha sido sempre retido pelas proteções legais de que gozava o monarca emérito. Recentemente, em 2013, quando o rei abdicou em favor de seu filho, Boël pôde apresentar uma demanda judicial de reconhecimento de paternidade perante um tribunal de Bruxelas. 

Boël seria fruto de uma longa relação extraconjugal entre Alberto II, de 84 anos, e a aristocrata Sybille de Sélys Longchamps. O debate sobre esse assunto e a suposta paternidade do soberano retomaram forças em 1999, após a publicação de uma biografia da rainha Paola, que descreve uma longa relação extraconjugal que seu esposo havia tido, da qual nasceu uma filha na década de 60.

Por sua vez, a baronesa de Selys Longchamps assegurou ter tido um relacionamento durante anos com Alberto II, e até existem fotografias de uma jovem Delphine junto ao monarca. Mas tudo mudou após a inesperada morte do irmão de Alberto II, o rei Baudouin, que faleceu sem possuir filhos em 1993, o que o levou a assumir o trono, tornando seu relacionamento com Longchamps um "segredo de estado".

A nova ordem judicial contra o ex-rei é emitida após Boël apresentar provas que confirmam que Jacques Boël, que é seu pai legalmente, não é seu progenitor biológico. “Se Alberto II se negar a ser submetido ao teste, pode-se considerar como uma prova muito clara de que ele é realmente seu pai”, apontou um dos advogados da artista plástica belga, que – se confirmadas as suspeitas – poderá reclamar legalmente fazer parte da família real. 


Elas são capazes de enxergar o que ninguém mais vê. CRIANÇAS MÉDIUNS: sexta, 21h30


Fonte: Infobae | Imagem: @delphine_boel vía Instagram