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Estas mulheres deram forma à Declaração Universal dos Direitos Humanos

A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris, em 10 de dezembro de 1948. No entanto, apenas a presidente do comitê encarregado de redigi-la, a ex-primeira dama dos Estados Unidos, Eleanor Roosevelt, é lembrada como precursora da declaração. No entanto, outras mulheres ajudaram a dar forma ao documento, que mudou a história de milhões de pessoas no mundo inteiro. 

Além de Eleanor Roosevelt, havia somente outra mulher delegada da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas: a indiana Hansa Mehta. Ela trabalhou arduamente para defender os direitos das mulheres, tanto na Índia como no resto do mundo.

A diplomata e líder feminista da República Dominicana, Minerva Bernardino, teve um papel de protagonista nas discussões sobre a inclusão da “igualdade de direitos de homens e mulheres” no preâmbulo da Declaração Universal de Direitos Humanos. 

Begum Shaista Ikramullah, do Paquistão, impulsionou a incorporação do artigo 16, sobre a igualdade de direitos no casamento, que protege as meninas e mulheres de serem obrigadas a se casar. 

Evdokia Uralova, da República Socialista Soviética da Bielorrússia, ativista pela igualdade de salários, defendeu com todas as forças a inclusão da frase do artigo 23: “Toda pessoa tem direito, sem discriminação alguma, a igual salário por igual trabalho”. 

Por sua vez, a dinamarquesa Bodil Begtrup conseguiu mudar o “todos os homens” da declaração pelo mais inclusivo “todos” ou “toda pessoa”. Além disso, quis adicionar uma seção de defesa de todas as minorias que, no fim, não foi aprovada. 

À francesa Marie-Hélène Lefaucheux devemos a inclusão de uma menção à não discriminação sexual no artigo 2, importante na hora de lutar pela igualdade das mulheres.

Lakshmi Menon, também representante da Índia, defendeu com firmeza que as mulheres e as pessoas submetidas à dominação colonial fossem explicitamente mencionadas na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Graças a todas elas, hoje o mundo é um pouco mais justo. 

 

Elas voltaram com tudo! PEQUENAS GRANDES MULHERES! Toda segunda, 20h40. 


Fonte e imagem: un.org