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Alerta: suicídio de meninas e mulheres cresce em ritmo espantoso

Os suicídios recentes da designer Kate Spade e do apresentador Anthony Bourdain trouxeram à tona uma discussão sobre as consequências mais drásticas da depressão. 

Um estudo conduzido pelo Centro de Controle e Prevenção de Doença dos EUA mostrou o problema é maior do que a gente imagina.

Os dados mostram que o número de casos de suicídio tem crescido a passos largos nas últimas duas décadas – alguns lugares, como nos EUA, o aumento chegou a impressionantes 30% no período. 

A situação é tão grave que o suicídio foi incluído entre as principais causas de morte por lá. 

As maiores vítimas ainda são os homens – que se matam três ou quatro vezes mais que as mulheres. 

Mas a taxa de suicídio entre meninas e mulheres tem aumentado a um ritmo preocupante. Entre 2000 e 2016, o número de homens e meninos que cometeram suicídio aumentou 21%. Entre o público feminino, a taxa foi de 50%. 

Embora seja difícil detectar as causas do suicídio, é possível identificar sinais que levam a isso: mudanças de humor, falta de ânimo, alterações na rotina alimentar e de sono e distanciamento do convívio social são os mais comuns.

O conselho é ouvir a pessoa, não desmerecer seus sentimentos (nunca dizer algo do tipo: “isso é bobagem”) e encorajá-las a buscar ajuda profissional (psiquiatras e psicólogos) o quanto antes.


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Fonte: Paper